Papyrus

Licenciamento ambiental de alta complexidade, do diagnóstico à operação.

Estudos, licenças e programas socioambientais para complexos eólicos, solares, linhas de transmissão e projetos minerários. Corpo técnico multidisciplinar próprio, não uma rede de subcontratados.

SGI ISO 9001 · 14001 · 45001 20 anos · fundada em abril de 2006 Responsáveis técnicos com CREA e CRBio ativos Bureau Veritas Certification — ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001

Análise de restrições, sem custo

Quem lê o seu projeto e responde é um diretor técnico, não um atendimento comercial.

Precisamos do seu nome.
Informe um telefone com DDD.
Informe um e-mail válido.
Escolha um setor.
Recebido. Um diretor técnico vai ler o contexto do projeto antes de retornar.
Em uma frase

Nós tiramos o seu projeto do papel dentro da lei ambiental.

Na prática, isso são quatro entregas encadeadas. Um empreendimento de grande porte precisa das quatro, e normalmente contrata cada uma de um fornecedor diferente.

01

Estudos

EIA/RIMA, EMI, EIV, inventário florestal, arqueologia, espeleologia, ruído, dispersão e GEE.

02

Licenças

Condução do processo de LP, LI, LO, ASV, outorgas e renovações junto aos órgãos federal e estaduais.

03

Programas

PBAs, licença social para operar, componente indígena e quilombola, audiências e comunicação.

04

Monitoramento

Cumprimento de condicionantes, geotecnologia com drone e SIG, e segurança do trabalho na obra.

O terreno mudou em 2025

Quem vai licenciar hoje está diante de duas regras novas.

Não é opinião de consultoria. São dois fatos públicos e datados que mudam o rito, o prazo e o risco jurídico de qualquer empreendimento em desenvolvimento agora.

O licenciamento passou a ter prazo legal

A Lei 15.190/2025 criou o primeiro marco federal unificado de licenciamento. Ela fixa prazos máximos de análise, sendo 10 meses para licença prévia com EIA, 6 meses para as demais prévias e 3 meses para instalação e operação. Também institui novos ritos, entre eles a LAC e a Licença Ambiental Especial.

O texto foi sancionado com 63 vetos em agosto de 2025 e o Congresso derrubou 52 itens desses vetos em novembro. Há ações diretas de inconstitucionalidade em curso e a regulamentação estadual ainda está sendo escrita.

Fontes: Lei 15.190/2025 (Planalto) · Agência Senado, 27/11/2025

Cada estado ainda licencia de um jeito

Em maio de 2026 a Empresa de Pesquisa Energética publicou uma nota técnica que sistematiza a legislação de licenciamento ambiental de eólica e solar fotovoltaica no país, com fichas padronizadas por unidade da federação.

O motivo declarado da publicação diz tudo sobre a dor: reduzir a assimetria de informação e aumentar a previsibilidade dos processos. Enquadramento por porte, potencial poluidor e modalidade de licença mudam de estado para estado. Quem desenvolve projeto em mais de um estado sente isso no cronograma.

Fonte: EPE — Nota Técnica, 14/05/2026

Como conduzimos

A rota crítica de um licenciamento, fase a fase.

Clique em cada fase para ver o que sai da nossa mão, o que trava na prática e qual é o prazo legal de análise do órgão depois do protocolo.

Começar pela fase 01 do meu projeto Começar pela fase 01

Prazos legais de análise do órgão ambiental, definidos pela Lei 15.190/2025 e contados após protocolo regular. Consultar a lei

O que fica dentro de casa

Quatro frentes técnicas sob o mesmo contrato e a mesma coordenação.

A alternativa comum é contratar um escritório para o estudo, outro para a arqueologia, um terceiro para o social e um quarto para a topografia, e coordenar os quatro por conta própria. Com a Papyrus você não precisa se preocupar com isso.

Ambiental

Licenciamento e estudos
  • Licenciamento prévio, de instalação, de operação, renovação e regularização
  • EIA/RIMA, estudo de impacto de vizinhança e diagnóstico de viabilidade
  • Autorização de supressão de vegetação, inventário florestal, CAR e CEFIR
  • Arqueologia, paleontologia e espeleologia
  • Dispersão de poluentes, inventário de GEE, modelagem de ruído
  • Sombreamento e efeito estroboscópico para parques eólicos

Socioambiental

Licença social e comunidades
  • Licença social para operar e gestão de impacto social
  • Estudo de componente indígena e de componente quilombola
  • Planos básicos ambientais para comunidades tradicionais
  • Audiências públicas, oficinas e comunicação institucional

Geotecnologia

Inteligência territorial
  • Aerofotogrametria com drone e ortomosaicos técnicos
  • Mapeamento temático e análise espacial em SIG
  • Georreferenciamento de imóveis rurais
  • Levantamentos topográficos, geodésicos e geoestatística

Saúde e segurança

SST e higiene ocupacional
  • Programa de gerenciamento de riscos
  • Treinamentos normativos NR-10, NR-12, NR-33 e NR-35
  • Laudos periciais de insalubridade e periculosidade
  • Higiene ocupacional em frentes de obra
O que já saiu

A conta que importa não é quantos estudos entramos. É quantos atos saíram.

Empresas e empreendimentos atendidos

0 atos ambientais emitidos em favor de projetos que conduzimos Licenças, autorizações, anuências e outorgas expedidas por órgãos ambientais federal, estaduais e municipais, acumuladas desde 2006.
Complexo solar

UFV Calumbi — Bahia

Gestão ambiental integrada de 50 parques solares fotovoltaicos, em mais de 5.000 hectares e 3.000 MW regulamentados.

Eólica e transmissão

Complexo Eólico Novo Horizonte

Licenciamento prévio, de instalação e de alteração do complexo e de uma linha de transmissão de 79,6 km, com estudos e programas socioambientais.

Complexo eólico

Vento Forte I

Licenciamento de 546 aerogeradores distribuídos em poligonal extensa, com mitigação de impactos e integração das comunidades do entorno.

Quem assina

A responsabilidade técnica é nossa.

A diretoria assina os estudos e acompanha o processo do diagnóstico à licença de operação.

Charlene Luz, diretora de negócios da Papyrus
Diretora de negócios

Charlene Luz

CREA 46778

Ricardo Hortélio, diretor técnico da Papyrus
Diretor técnico

Ricardo Hortélio

Biólogo · CRBio 46177/8-D

Antes de você perguntar

Dúvidas que aparecem na primeira reunião.

Vocês garantem que a licença vai sair?

Não. Quem defere ou indefere é o órgão ambiental, e nenhuma consultoria honesta promete decisão de terceiro. Quem promete isso está vendendo algo que não controla.

O que está sob a nossa responsabilidade é o que entregamos: estudo técnico completo no primeiro protocolo, resposta a exigência dentro do prazo, e rastreabilidade de cada condicionante. É por isso que a nossa conversa começa pela análise de restrições. Se o projeto tem um impedimento locacional grave, é melhor você saber antes de contratar qualquer estudo, inclusive o nosso.

Vocês subcontratam as disciplinas técnicas?

As quatro frentes centrais (ambiental, socioambiental, geotecnologia e segurança do trabalho) são executadas por equipe própria multidisciplinar. Quando um projeto exige uma especialidade fora desse escopo, contratamos com transparência e a coordenação continua nossa.

Vocês já trabalharam com o órgão ambiental do meu estado?

A base está na Bahia e a maior densidade de processos está no corredor renovável do Nordeste, mas a atuação é nacional. Na análise prévia dizemos exatamente quais processos já conduzimos no seu estado e no seu tipo de empreendimento. Se nunca atuamos ali, dizemos isso também.

A Lei 15.190/2025 muda o rito do meu projeto?

Depende do porte, do potencial poluidor e do estado. A lei criou modalidades novas, incluindo a licença por adesão e compromisso para empreendimentos de menor impacto, que não se aplica quando há supressão de vegetação nativa ou área sensível, situação da maioria dos complexos eólicos, solares e minerários.

A regulamentação estadual ainda está em construção e há ações no Supremo. O enquadramento correto hoje é uma decisão técnica, não uma consulta a tabela.

Quanto custa e quanto tempo leva?

Não existe tabela. Custo e cronograma dependem da modalidade de licença, dos estudos exigidos, do número de comunidades no entorno e do órgão competente. A análise prévia de restrições é sem custo e é o que permite dar um número que se sustenta.

Meu projeto já está com o processo travado. Vocês assumem no meio?

Sim. Assumir processo em andamento é comum, normalmente depois de uma exigência técnica que o estudo original não respondeu. Nesse caso a análise prévia olha o que já foi protocolado antes de propor qualquer coisa.

Análise de restrições

Comece agora o seu licenciamento de forma eficaz.

Uma leitura técnica prévia das restrições locacionais e do enquadramento provável do seu empreendimento, feita por quem assina o estudo.

  • Restrições locacionaisUnidades de conservação, cavidades, comunidades tradicionais e áreas de supressão.
  • Enquadramento provávelQual rito e quais estudos o seu porte e potencial poluidor tendem a exigir no seu estado.
  • Rota críticaA sequência de atos até a licença de operação, com os pontos onde processos como o seu costumam parar.

Solicitar análise de restrições

Quanto mais preciso o contexto do projeto, mais útil a leitura que devolvemos.

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